Desinsistência.

Eu não quero morrer por outra forma senão pelas minhas próprias mãos
Com uma corda fechada em nó, dois pulsos abertos ou três andares a mais
Hipocôndria mesquinha, falhou na linha em me deixar desandar, tropeçar e cair
Se jogar do penhasco com uma pedra nos braços e me deixar sucumbir

Seria triste a alegria de ganhar uma vida sem preocupação
Muitos chorariam na despedida da minha partida pro começo
E não, não vou começar, de novo a chorar, por uma ilusão
A vida valia mais que a minha mentira de ser feliz de montão

E se eu não quiser recomeçar
E se a verdade perdeu a validade
E a mentira venceu
Onde é que eu vou chegar?

Eu não sei se existe um destino meu
Eu não quero partir
Eu só quero ficar
Parado aqui

E não vou me entregar.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s